MP’s de Temer provocarão desmatamento e exploração de garimpo

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PSOL votou contra as propostas que reduzem áreas de unidades de conservação e beneficiam latifundiários e grileiros.

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Contra as reformas, centrais sindicais convocam Ocupa Brasília para 24 de maio

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O objetivo é encher as ruas do centro da capital federal para dizer que a população não aceita as ameaças…

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PSOL vota não, mas reforma da Previdência é aprovada na Comissão Especial

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Agentes penitenciários ocuparam plenário e impediram a conclusão da votação. PSOL apresentou proposta de referendo popular.

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Comissão aprova MP da regularização fundiária, que anistia grilagem e enfraquece reforma agrária

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Para o PSOL proposta é inconstitucional e aprofunda a desigualdade e os conflitos urbanos e rurais.

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Os direitos dos trabalhadores jogados na lata do lixo

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PSOL votou contra a Reforma Trabalhista que marca a perda histórica dos direitos trabalhistas dos brasileiros sob farsa de uma…

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PSOL participa da Marcha contra a corrupção e em defesa dos direitos dos trabalhadores

Cerca de 15 mil pessoas participaram da Marcha Nacional à Brasília, organizada pela Conlutas e Intersindical, que aconteceu nesta quarta-feira, 24 de outubro, na Esplanada dos Ministérios. A bancada do PSOL no Congresso Nacional e a presidente do partido, Heloísa Helena, comparaceram à manifestação e reafirmaram o apoio à luta em defesa dos direitos dos trabalhadores e contra a corrupção na política nacional.

    Ao som de palavras de ordem, a Marcha partiu do Estádio Mané Garrincha em direção à Esplanada, onde, no Ministério da Previdência Social, fez o primeiro ato contra a reforma da previdência. Além desta, a Marcha teve como bandeira críticas contra a reforma universitária e trabalhista e em defesa da reforma agrária. Performances de integrantes da Comlutas, fantasiados de deputados e senadores corruptos, de Renan Calheiros e de garçons com pizzas marcaram a atividade.

    Segundo a presidente do PSOL, Heloísa Helena, a persistência e a articulação coletiva garantiram a realização da Marcha contra as reformas neoliberais do governo Lula e contra a corrupção na política. Citando Trotski a mais elevada moral humana é a moral socialista, Heloísa disse que os socialistas são os que têm coragem de dizer para o povo brasileiro que quem rouba os cofres públicos beneficiam gangues partidárias e grupos políticos, que dão sustentação a política econômica atual. “Por isso que nós temos que dizer: fora todos os corruptos que tentam roubar os direitos da classe trabalhadora. Mais cedo ou mais tarde, teremos a oportunidade de fazer do Brasil uma pátria igualitária, justa e fraterna”, afirma Heloísa.

    Na opinião do líder do PSOL na Câmara, deputado Chico Alencar (RJ), o movimento é a expressão da luta pela terra, dos sindicatos autênticos, das centrais sindicais em formação, das mulheres, dos trabalhadores e trabalhadoras, estudantes, negros, de todos que querem seus direitos preservados. Para ele, esse tipo de manifestação dá força para a bancada do PSOL lutar dentro do Congresso Nacional em prol dos trabalhadores brasileiros. “É uma batalha restrita a poucos parlamentares, mas essa energia do movimento ecoa nos corredores do Congresso”.                                           

    “Nossa bancada está resistindo neste terreno, o Congresso, que é da burguesia e do governo. Fazemos de nossa intervenção política uma caixa de ressonância das lutas que acontecem do lado de fora”, completa a deputada Luciana Genro (RS). Ela disse que será uma nova batalha tentar barrar a reforma da previdência, como aconteceu em 2003, mas a defesa do direito dos trabalhadores será realizada na busca por vitórias. A deputada citou, como vitória recente, a emenda que derrubou a obrigatoriedade do imposto sindical, conforme determinava o Projeto de Lei 1900/2007, do Executivo.

    Para o deputado Ivan Valente (SP), a Marcha representa a retomada dos direitos dos trabalhadores contra a agenda neoliberal da reforma da previdência, a trabalhista, as privatizações, entre outros pontos. A manifestação, explicou o deputado, é a pressão popular de trabalhadores que não querem estas reformas neoliberais, que são contra o pagamento da dívida e o superávit primário e em defesa da reforma agrária, da educação pública e da saúde pública de qualidade."É a retomada da luta pelo estado forte e pelo protagonismo popular”.

    “É o fortalecimento da luta e pelas conquistas dos trabalhadoras e trabalhadores brasileiros”, disse o senador José Nery (PA). Para ele, a unidade dos lutadores sociais, de massa, contra medidas que queiram retirar os direitos sociais conquistados pelos trabalhadores é essencial e importantíssima. O objetivo, segundo o senador, é impedir a ampliação da reforma da previdência, que só prejudica os trabalhadores.

    O dirigente da Conlutas, José Maria, que a Marcha é um aviso ao governo federal para a intensificação da luta contra a reforma da previdência, principalmente. Informou ainda que o movimento organiza para o primeiro semestre de 2008 paralisação geral no país.

Che Guevara, o líder revolucionário, é lembrado por sua luta pela igualdade na América Latina

Ernesto Che Guevara foi homenageado em sessão solene na manhã desta terça-feira, 23/10, no plenário do Senado. O líder revolucionário, morto há quarenta anos, foi lembrado por sua preocupação com os ideais de justiça e a luta pela igualdade social na América Latina.

    A sessão solene foi proposta pelo senador José Nery (PSOL/PA), com apoio dos deputados federais do PSOL. O senador disse que Che Guevara foi um personagem emblemático de contestação, lutando contra as injustiças que constatou em vários países latino-americanos, em sua viagem de moto com Alberto Granado, em 1951.

    Para o senador, o objetivo de Che era lutar por um mundo melhor, por uma sociedade verdadeiramente democrática e socialista e pela unidade de todos os povos em uma sociedade comunista. “Che é um mito revolucionário e devemos ter orgulho disso”, completou o deputado Chico Alencar (RJ), líder do PSOL na Câmara.

      O deputado Ivan Valente, que participou no dia 8 de outubro de homenagens à morte de Che Guevara, em Vallegrande, na Bolívia, disse que o líder revolucionário tinha a “veia solidária”, referindo-se à participação decisiva de Che na revolução cubana e depois ao defender o ideal socialista na África e na Bolívia. Emocionado, o deputado lembrou do discurso do presidente boliviano Evo Morales, naquela ocasião, em que disse: Eu sou Guevarista.

    Em seu pronuncionamento, Ivan Valente criticou a reportagem da revista Veja, do início deste mês, que, a partir de fatos infundados, tentou criar uma imagem deturpada e mentirosa de Che Guevara. “Che é um exemplo na luta revolucionária. Suas atitudes permanecem nas mentes dos jovens e dos que defendem mudanças sociais na busca pela igualdade”, afirmou o deputado. u003cp styleu003d"margin-bottom:0cm">Ivan Valente contou que o local onde Che Guevara foi assassinado na Bolívia – uma escola e a cadeira em que recebeu os tiros – continua preservado. Disse que na entrada da escola há a inscrição: “Saiu daqui para a eternidade”.u003c/p> u003cp styleu003d"margin-bottom:0cm">Além de deputados e senadores, participaram da sessão solene o embaixador de Cuba, Pedro Juan Núñez Mosquera, e o presidente da Associação dos Cubanos Residentes no Brasil, Tisso Saenzi.u003c/p> u003cp styleu003d"margin-bottom:0cm">u003cspan>______________________________u003cWBR>______________________________u003cWBR>________u003c/span>u003c/p> u003cp styleu003d"margin-bottom:0cm">u003cspan> u003c/span>u003c/p> u003cp styleu003d"margin-bottom:0cm">u003cfont faceu003d"Arial, sans-serif">u003cfont sizeu003d"2">u003cb>Marcha a Brasília em defesa dos direitos dos trabalhadores acontece amanhã, 24/10u003c/b>u003c/font>u003c/font>u003c/p> u003cp styleu003d"margin-bottom:0cm">u003cbr>u003c/p> u003cp styleu003d"margin-bottom:0cm">u003cfont faceu003d"Arial, sans-serif">u003cfont sizeu003d"2">Em defesa dos direitos dos trabalhadores e contra as reformas neoliberais do governo Lula, acontece na manhã desta quarta-feira, 24 de outubro, a Marcha Nacional a Brasília. A atividade faz parte do calendário de lutas organizado pelos sindicatos e movimentos sociais e populares e conta com o apoio do Partido Socialismo e Liberdade – PSOL.u003c/font>u003c/font>u003c/p> u003cp styleu003d"margin-bottom:0cm">u003cfont faceu003d"Arial, sans-serif">u003cfont sizeu003d"2">Conforme a organização da Marcha, caravanas de várias partes do país estarão na capital federal manifestando-se contra a reforma da Previdência e medidas que atinjam os direitos dos trabalhadores brasileiros, além de críticas quanto à reforma universitária e a defesa da reforma agrária. A Marcha sairá do estádio Mané Garrincha, às 10 horas, em direção à Esplanada dos Ministérios, com paradas previstas nos Ministérios do Planejamento e da Previdência Social e no Palácio do Planalto.u003c/font>u003c/font>u003c/p> u003cp styleu003d"margin-bottom:0cm">u003cfont faceu003d"Arial, sans-serif">u003cfont sizeu003d"2">O calendário de lutas dos trabalhadores teve início no primeiro semestre, com atividades como o Dia Nacional de Lutas Contra as Reformas, em 23 de maio, quando foram realizadas manifestações em várias capitais do país. Em setembro, aconteceram o Grito dos Excluídos, a Jornada em Defesa da Reforma Agrária e o plesbicito nacional contra a privatização da Vale do Rio Doce.",1] ); //-->

    Ivan Valente contou que o local onde Che Guevara foi assassinado na Bolívia – uma escola e a cadeira em que recebeu os tiros – continua preservado. Disse que na entrada da escola há a inscrição: “Saiu daqui para a eternidade”.

    Além de deputados e senadores, participaram da sessão solene o embaixador de Cuba, Pedro Juan Núñez Mosquera, e o presidente da Associação dos Cubanos Residentes no Brasil, Tirso Saenz.

Marcha a Brasília em defesa dos direitos dos trabalhadores acontece amanhã, 24/10

Em defesa dos direitos dos trabalhadores e contra as reformas neoliberais do governo Lula, acontece na manhã desta quarta-feira, 24 de outubro, a Marcha Nacional a Brasília. A atividade faz parte do calendário de lutas organizado pelos sindicatos e movimentos sociais e populares e conta com o apoio do Partido Socialismo e Liberdade – PSOL.

     Conforme a organização da Marcha, caravanas de várias partes do país estarão na capital federal manifestando-se contra a reforma da Previdência e medidas que atinjam os direitos dos trabalhadores brasileiros, além de críticas quanto à reforma universitária e a defesa da reforma agrária. A Marcha sairá do estádio Mané Garrincha, às 10 horas, em direção à Esplanada dos Ministérios, com paradas previstas nos Ministérios do Planejamento e da Previdência Social e no Palácio do Planalto.

     O calendário de lutas dos trabalhadores teve início no primeiro semestre, com atividades como o Dia Nacional de Lutas Contra as Reformas, em 23 de maio, quando foram realizadas manifestações em várias capitais do país. Em setembro, aconteceram o Grito dos Excluídos, a Jornada em Defesa da Reforma Agrária e o plesbicito nacional contra a privatização da Vale do Rio Doce.

     Organizam a Marcha a Brasília: Intersindical, Conlutas, Pastorais Sociais / CEB’s da Arquidiocese (SP), Conlute, Frente de Luta contra a Reforma Universitária, MTL, MTST, entidades sindicais nacionais (Andes, Assibge, Fenafisco, Fenasps, Sinasefe) e Organizações da Articulação em Defesa do Rio São Francisco.

PSOL repudia decisões sobre representações

 O PSOL deplora o arquivamento de nossa representação contra o senador Eduardo Azeredo: ninguém tem vida pública segmentada em mandatos estanques, eleição não é anistia e o esquema do valerioduto mineiro é, até pela sua dimensão, merecedor de investigação profunda. A Mesa do Senado combinou corporativismo e omissão, mesmos ingredientes que inspiraram a decisão de sobrestar a sexta representação contra Renan Calheiros. O presidente e senador licenciado obteve também uma estranha “licença” ética, para ganhar energia e enfrentar os processos em curso.

    A assessoria jurídica do PSOL avalia recurso à Comissão de Constituição e Justiça.

Liderança do PSOL 


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